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Arquivo de maio, 2011

Arquitetura do Banco de Dados

Acredito que para entender o funcionamento do Oracle, você, eu e todos nós, temos que entender a arquitetura dele, saber como funciona cada pedaço do Oracle.
O servidor de banco de dados Oracle, consiste em uma ou mais instancias + databases, podemos dizer que a instância são vários processos em background e na memória e os databases são formados pelo data files, control files, redo file, archive log, etc.

Observamos a imagem abaixo:

 
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Dicionário de dados

Podemos dizer que dicionário de dados, é um conjuto de tabelas e views somente leitura, utilizado pelo banco de dados Oracle. Este conjunto é criado e mantido pelo Oracle e contém informações sobre o banco de dados, o dicionário de dados é estruturado em tabelas e views, da mesma forma que outros dados do banco. O dicionário de dados é uma importante ferramenta para todos os usuários, desde usuários finais até os desenvolvedores, inclusive os DBA’s. Para acessar o dicionário de dados, é utilizado as instruções de SQL, como dito acima, é somente leitura, então, só vamos conseguir usar o SELECT.  Todas as tabelas pertecem ao usuário SYS.

Que informações vamos encontrar na nas views de dicionário ?

As informações armazenadas no dicionário de dados incluem os nomes dos usuários do servidor Oracle, os privilegios concedidos aos usuários, os nomes dos objetos do banco de dados, as constraints de tabelas e as informações de auditoria. Há quatro categorias de views de dicionário de dados. Cada categoria possui um prefixo distinto que flete o uso pretendido.

Prefixo Significado
USER_ Contém detalhes dos objetos pertencentes ao usuário.
ALL_ Contém detalhes dos objetos para os quais o usuário ganhou direitos de acesso e dos objetos pertencentes ao usuário.
DBA_ Contém detalhes dos usuários com privilégios de DBA para acessar qualquer objeto do banco de dados.
V$_ Armazena informações sobre o desempenho ou bloqueio do servidor do banco de dados; disponível para os administradores do banco.

Vejamos algumas views mais utilizadas:
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Transaçoes de banco de dados – Commit e Rollback

O servidor RDMS (Oracle), garante a consistência de dados com base em transações. As transações permitem mais flexibilidade e controle durante a alteração de dados e garantem a consistência de dados em caso de falha de processo do usuário ou falha do sistema.
As transações consistem em instruções em DML que formam uma alteração consistente dos dados. Por exemplo, uma transferência de fundos entre duas contas deve incluir o débito em uma conta e o crédito em outra conta no mesmo valor. As duas ações deverão apresentar falha ou ser bem-sucedidas; o crédito não deverá ser submetido a commit sem o débito.

Quando uma Transação Começa e Termina?

Uma transação começa quando a primeira instrução DML é encontrada e termina quando uma destas ações ocorre:
• Uma instrução COMMIT ou ROLLBACK é executada.
• Uma instrução DDL, como CREATE, é executada.
• Uma instrução DCL é executada.
• O usuário sai do iSQL*Plus.
• Ocorre uma falha de máquina ou do sistema.
Após o término de uma transação, a próxima instrução SQL executável inicia automaticamente a transação seguinte.
Uma instrução DDL ou DCL é submetida a commit automaticamente e, portanto, encerra uma transação de forma implícita.

Vantagens de Instruções COMMIT e ROLLBACK

• Garantir a consistência de dados
• Visualizar alterações de dados antes de torná-las permanentes
• Agrupar operações relacionadas logicamente
• As instruções COMMIT e ROLLBACK permitem controlar as alterações permanentes nos dados.
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