Oracle 11 ASM: Grid Infrastructure Standalone Server

14, setembro, 2011 13 comentários

Para os desavisados de plantão, apartir do Oracle 11gR2, a utilização do ASM no banco de dados Oracle, é necessário instalar o Grid Infrastructure, não sendo mais possível com os binários do Oracle 11g.

Automatic Storage Management (ASM) é um recurso fornecido pela Oracle no banco de dados Oracle 10g release 1 em diante. ASM tem como objetivo simplificar o gerenciamento de arquivos de banco de dados. Para isso, fornece ferramentas para gerenciar file systems e volumes diretamente do banco de dados, permitindo que os DBAs, possam controlar volumes e discos com instruções de SQL. Assim, os DBAs não precisam de ter habilidades extras em file systems específico ou gerenciadores de volume (que normalmente operam no nível do sistema operacional).

 

Alguns itens que se ganha com a útilização do ASM:

  • Gerência dos discos pelo próprio Oracle, não “precisando” do sysadmin.
  • Vantagem na distribuição de dados e espelhamento de software
  • Poder de automatizar a redistribuição on-line de dados, juntamente com a adição e remoção de discos o sistema mantém cópias redundantes e fornece o podem do RAID.
  • Melhor gerenciamento do discos, causando menos I/O (leitura e escrita nos discos)
  • Funcionalidade RAID Oracle oferece suporte de terceiros multipathing.
  • E muito mais.

Arquitetura:

 
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Entrevista: Marcus Vinicius e Rodrigo Almeida

18, agosto, 2011 21 comentários

No dia do evento do Guob, tive o prazer de realizar uma entrevista com dois Oracle ACE do Brasil, Marcus Vinicius e Rodrigo Almeida, dois exemplos de humildade e grande domínio da Tecnologia Oracle. Foi um papo divertido e ao mesmo tempo profissional. Leia a entrevista abaixo, também estou disponibilizando o áudio, aconselho a escutar porque ficou mais dinamico e de fácil compreensão, baixe o áudio, clicando aqui.


Para começar, gostaria que vocês se apresentassem, falasse um pouco de vocês:

Rodrigo Almeida: Sou Oracle ACE, tenho certificações Oracle, trabalho atualmente na CDS, sou agora, como diz Arup Nanda, DMA (Database Machine Administrator), trabalho com Exadata e nas horas vagas além de trabalhar com Oracle, gosto de viajar, andar de patins, gosto de apreciar algumas cervejas artesanais, compro em alguns empórios para tomar com amigos em casa. Minha rotina é mais ou menos essa: gosto de ir para praia para surfar, isso quando dá, estou gordinho – Vinicius: a prancha tem que ser tamanho extra – Não, tem que ser um barco mesmo. Quando estou em casa estudo Oracle, meu trabalho já é um hobby, gosto do que faço.

Marcus Vinicius: Sou DBA Oracle, sou Oracle ACE, tenho algumas certificações Oracle, nas minhas horas vagas gosto de ir ao teatro, cinema, gosto de shows de música, sou eclético, gosto de sair para comer, dá para perceber pela barriga (Rodrigo confirmou com um éééé). Gosto de viajar, apesar de não tenho muito tempo para isso, conhecer outros lugares, outras culturas, mesmo dentro do Brasil é possível conhecer outras culturas. O meu trabalho é um hobby, então nas horas vagas também estudo e também acho que não seja algo de trabalho e sim um hobby. Estou ausente, mais gosto de dedicar ao blog, que criei um pouco mais de um ano e meio. Sair com a minha esposa, aproveitar o que a cidade de São Paulo tem a oferecer.

Conte-nos um pouco sobre suas trajetórias profissionais, como fizeram para alcançar esta posição.

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Gerenciando tablespaces no Oracle 11g – Parte I

31, julho, 2011 8 comentários

Um banco de dados é armazenado logicamente em uma ou mais tablespaces que, por sua vez, é armazenada fisicamente no disco em um ou mais arquivos para cada tablespace. Devemos ser capazes de alocar corretamente os arquivos, ter controle do crescimento e saber quando agir. Você sabe onde estão os seus tablespaces ? Sabe o tamanho deles ? Eles estão no mesmo disco ? Enfim, pretendo fazer dois artigos com informações de gerenciamento de tablespace no banco de dados Oracle.

É de grande importância que as tablespaces estejam em discos diferentes, que tenha algum método de RAID e/ou melhor, que seja gerenciado pelo ASM (Automatic Storage Management), assim podemos garantir garantir um alto nível de desempenho, disponibilidade e facilidade de recuperação. Entretanto, devemos distribuir em vários discos seus arquivos de dados, mantendo cópias espelhadas dos archive logs e control files.

Smallfile X Bigfile

A partir da versão do 10g, é possível criar um tipo de tablespace, chamada bigfile. Essa novidade também se aplica no Oracle 11g. Com esse novo recurso, podemos criar um arquivo de dados de terabytes, utilizando a opção bigfile. A tablespace bigfile, contém somente um arquivo de datafile ou um tempfile, que contém aproximadamente 4 bilhões de blocks. O tamanho máximo de um único datafile ou temfile é de 128 terabytes, para uma tablespace de 32k de blocos e 32TB para uma tablespace com 8k blocos.

Já a tablespace smallfile é padrão, que pode contém 1022 datafiles ou tempfiles, cada uma podendo ter aproximadamente 4 milhões de blocos.

Como no próprio site da Oracle, existe algumas restrições na criação do bigfile, as mais importantes são: Você só pode especificar apenas um datafile na cláusula DATAFILE e/ou na TEMPFILE, Você também não pode especificar EXTENT MANAGEMENT DICTIONARY.
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Review do evento GUOB TECH DAY 2011



Na data de 16/07/2011 foi realizado o encontro do Grupo de Usuário de Tecnologia Oracle do Brasil, que tem como missão congregar usuários e demais interessados na tecnologia Oracle, promover a troca de experiências e conhecimentos técnicos, divulgar novos produtos e encaminhar solicitações de seus associados junto a Oracle. Este ano o GUOB completou o seu segundo ano de vida e com forte apoio da OTN.

O evento foi realizado na cidade de São Paulo, no Hotel Blue Tree Morumbi.

Logo quando cheguei fui recepcionado e feito o credenciamento, ganhando uma pasta com alguns folders dos patrocinados e brindes da Oracle.

Fomos direcionados para a sala principal com a abertura/introdução pelo Eduardo Hahn, presidente do GUOB. Fez uma breve descrição de como seria o dia, anunciou que teríamos alguns sorteios, horários e muito mais.

Após a abertura com Eduardo Hahn, entrou em cena o Pablo Ciccarello, diretor da OTN. Falou sobre o site da OTN, onde você pode  encontrar conteúdo em português como documentações, artigos técnicos, informações de Grupos de usuários Oracle  (GUOB, GUORS, Oraug-br), informações do programa Oracle ACEs e uma coisa que chamou a atenção de algumas pessoas, foi que se você contribuir com algum artigo, você poderá receber uma quantia de aproximadamente 1.500 dólares, olhei em volta e vi vários olhos brilhando rsrsrs.

Logo após a saída do Pablo, entrou em cena o experiente Graham Wood, mostrando em tempo real o carga de 1TB em uma exadata X2-2, levando 8 bilhões de linhas/registros em menos de 9 minutos, pouco ? Após isso, ele fez coleta de estatísticas das 8 bilhões de linhas/registros e levou menos de 4 minutos!!!! Gastando 20 minutos para montar um Data WareHouse. Após tomar uma água, voltou para falar sobre Hidden Features do 11g, que ainda não são utilizadas e algumas não documentadas pela Oracle.

Em seguida veio Arup Nanda, falar sobre Exadata Para DBA’s Oracle. Neste momento percebi que todos estavam atentos em todas as palavras que o Arup falava, deixou claro que se você conhece Oracle RAC, você já entende 60% de Exadata e os outros 40% o DBA entende perfeitamente, ele explicou como é formado o exatada, para quem não conhece ainda. De uma forma clara e bem rápida- rápida porque ele falava muiiito rápido!

Houve uma pausa para o almoço e voltamos com três salas disponíveis para escolher, eu decidi ficar com o Mysql – trabalhando com alta disponibilidade e alta performance: Replicação e Cluster com Airton Lastori. Começou falando sobre a história do mysql e foi avançando sobre a alta disponibilidade e perfomance de uma maneira bem dinâmica e fácil compreensão.

Na próxima programação, não entrei em nenhuma sala e bate um papo com grandes profissionais do mundo Oracle, tais como Rodrigo Almeida, Marcus Vinicius, Ricardo Portilho, Eduardo Hahn, conheci também Eduardo Legatti, Thomas Glufke.

Na próxima palestra entrei na sala que estava o Rodrigo Mufalani, admiro o trabalho que ele tem feito no seu blog e não podia perder a oportunidade de escutar sua experiência sobre cerificações Oracle, uma vez que ele é OCA, OCP, OCE RAC e reconhecido como Oracle ACE. Na palestra falou sobre os passos para atingir cada certificação Oracle, como OCA, OCP, OCM. Comentou que para conseguir as certificações que possui hoje, estudou dois livros (que não anotei) e que estudava no ônibus enquanto ia para o trabalho, resumindo, não venha com desculpas falando que não tem tempo para estudar, faça que nem o Mufalani estude no ônibus e se torne o cara no Oracle.

Fiquei na mesma sala e apreciei a aula de Maior disponibilidade com Oracle RAC Extended CLuster com Marcus Vinicius. Foi abordado de forma clara, falou sobre SPOF (Single Point of Failure) e em português, Ponto Único de Falha. Não adianta ter switch, Oracle RAC, links de backup se você não tem um site backup, com essa introdução deu inicio ao Oracle RAC Extended Cluster.

Saindo da sala, entrei na sala que estava o palestrante Thomas Glufke, dono do maior fórum do Brasil de Oracle, falando sobre Oracle EBS, como funciona, onde podemos encontrar informações sobre o tema, enfim, quais são os primeiros passos para dominar o Oracle EBS.

Por fim, tivemos Arup Nanda, com Melhores Práticas para DBA, como ele mesmo disse, na sua visão, tanto que frisou bastante sobre isso, discuntando o padrão OFA, audit Session, entendendo o uso de CPU com selects no banco, restrigindo o LISTENER, Data Pump e como o tempo era curto, ele teve que encerrar, UMA PENA! Na minha opinião o cara é muito bom, não sei como ele não é funcionário da Oracle. O cara fechou com chave de ouro!!!

Abaixo algumas imagens do evento:

Achei muito bom o evento, muito bem organizado, ótimos palestrantes e congressistas. Valeu cada minuto que estava lá. Parabéns a todos e ano que vem, pretendo ir de novo!!!

Um abraço !!!

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Habilitando o archivelog mode no Oracle 11g

Para efetuar backups online (hot backup), isto é, fazer backup do banco de dados com ele UP, não havendo necessidade de parar o banco para fazer (cold backup). Você precisa ativar o modo archivelog, desta maneira, os redo logs online são arquivados, criando arquivos de log de todas as transações do banco de dados.

O Oracle grava nos arquivos de redo log online de maneira cíclica: após preencher o primeiro arquivo de log, ele começa a gravar no segundo, até que ele esteja cheio, e em seguida, começa a gravar no terceiro. uma vez que o último arquivo de redo log online esteja cheio, o processo em segundo plano LGWR (log write) começa a sobrescrever o conteúdo do primeiro arquivo.

Por default o modo NOARCHIVELOG vem como padrão, ele protege a integridade do banco de dados no caso de falha de uma instância ou uma queda de sistema, porque todas as transações encerradas com commit, mas que ainda não foram gravadas nos arquivos de dados estarão disponíveis nos arquivos de redo log online.

Quando o Oracle está executando no modo ARCHIVELOG, o processo em background ARCn (archiver process) faz uma cópia de cada arquivo de redo log antes de sobrescrevê-lo. Exemplo: se o disco que esta os data files der algum problema, com os archives logs podemos reconstruir o banco de dados até o momento anterior ao problema, devido a um backup recente dos data files e aos arquivos de redo log que foram gerados desde que ele ocorreu. Abaixo, uma imagem para ilustrar o processo ARC, copiando os arquivos do redo log e passando para a localização do archive log.


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ORA-00845: MEMORY_TARGET not supported on this system

Ao acessar um banco de dados pelo SQL Developer, apareceu a mensagem informando para verificar as configurações de rede. Verifiquei que a máquina estava com conectividade, efetuei testes com ping, acessei o servidor e fui ver se o background pmon estava rodando:

[[email protected] ~]$ ps aux |grep pmon
oracle 2993 2.0 0.0 4312 728 pts/0 S+ 13:14 0:00 grep pmon

 

Xiii, o banco está parado… Loguei com o usuário sys e me deparo com a mensagem: Connected to an idle instance.

[[email protected] ~]$ sqlplus / as sysdba
SQL*Plus: Release 11.2.0.1.0 Production on Fri Jun 10 11:53:25 2011
Copyright (c) 1982, 2009, Oracle. All rights reserved.
Connected to an idle instance.


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Backup: Utilizando Data Pump (EXPDP E IMPDP)

O banco de dados Oracle fornece uma variedade de procedimentos e opções de backup que ajudam a proteger o banco. Não adianta ter ótimas ferramentas e não implementar de maneira adequada e que possa recuperá-los facilmente, com isso, devemos sempre efetuar testes de backup e restore regularmente.

Neste poste vou falar sobre o utilitário Data Pump (impdp e expdp) que realiza backup lógico de um banco de dados que envolve a leitura de um conjunto de registros do banco de dados e a gravação destes em um arquivo. Esses registros são lidos independente das suas localizações físicas.

Você pode exportar todo o banco de dados, tablespaces, usuários específicos (schemas), espaços de tabelas ou tabelas especificas. O arquivo gravado pelo Data Pump export conterá os comandos necessários para recriar completamente todos os objetos e dados escolhidos. Depois que os dados foram exportados por meio do Data Pump Export, eles poderão ser importados por meio do utilitário Data Pump Import. O Data Pump Import lê o arquivo dump criado pelo Data Pump Export e executa os comandos localizados ali. Por exemplo, esses comandos podem incluir um comando create table, create indice e vários inserts.

Vejamos alguns exemplos de como usar o Data Pump como backup.
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Evento: GUOB TECH DAY 2011

12, junho, 2011 5 comentários

Participe neste grande evento organizado pelo GUOB com apoio do LAOUC e OTN. Acontecerá no dia 16/07/2011 em São Paulo no Hotel Blue Tree Morumbi, a edição 2011 encontro de usuários de tecnologia Oracle do Brasil com a participação de palestrantes internacionais e nacionais.

Vejam a agenda abaixo. Minha presença esta confirmada se quiserem podem me procurar!!!!

Observem que teremos os brasileiros, Thomas Glufke, Ricardo Portilho, Rodrigo Mufalani e Marcus Vinicius.

 

Valores do Guob Tech Day 2011:

– R$ 180,00 para inscrição antecipada até 24/06.
– R$ 280,00 para inscrição com pagamento até 13/07.
– R$ 360,00 no local do evento. Somente em dinheiro ou cheque.

Observação: O prazo final para pagamento do boleto será 13/07/2011, quarta-feira.

Estudantes têm 40% de desconto, com apresentação de comprovante de matrícula no momento do credenciamento.

Alunos do Veris IBTA têm a inscrição gratuita e uma opção específica na tela de inscrições para especificar que é aluno do Veris IBTA.

 

Maiores informações:

http://www.guob.com.br

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Usando o DBCA para criar e configurar um banco de dados no Oracle 11g

Estou utilizando o Windows 7 para fazer esse post e com isso vem os problemas rsrsrs, para que eu possa rodar o dbca e o netca, preciso usar dois programas um é Xming e o outro é Putty, o Xming encaminha a saída do X do servidor para o meu Windows e o putty é usado para o acesso remoto. A instalação dele é bem simples, basta acessar o site http://sourceforge.net/projects/xming, fazer download do xming e next, next e next.. Após instalar, abra putty, clique em SSH, X11 e set a opção Enable X11 Forwarding.

 


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Acessando o Oracle usando SQL Developer e o Instant Client

Fiz um pequeno passo a passo de como podemos acessar o Oracle, usando o linux.

A distribuição que estou utilizando é um Ubuntu 11.04 64Bits, mais pode ser usado em qualquer distribuição Linux, a diferença principal vai ser no arquivo .bash_profile (redhat, centos, etc.) e o .bashrc (ubuntu, debian, etc).

Vamos começar com o SQL Developer, podemos baixar ele neste link: http://www.oracle.com/technetwork/developer-tools/sql-developer/downloads/index.html. Eu baixei o arquivo: Oracle SQL Developer for other platforms (147 M)

Ele não possui o JDK embutido, logo precisamos baixar, o link é este http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/index.html

Todos os arquivos que baixei, esta na pasta /home/william/client

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